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A Formação de Equipes de Alta Performance e o Método de Desenvolvimento do Potencial de Talentos por Competências Essenciais- DISC Assessment

Jim Collins em sua obra “Feitas para Vencer” aborda a prática que utilizam para a formação de equipes das empresas vencedoras com uma frase enigmática. Segundo ele, aquelas empresas partem da seguinte premissa: “primeiro quem, depois o quê” e explica.

As empresas têm uma tendência de contratar pessoas por suas habilidades técnicas para resolver problemas olhando para as tarefas e resultados a entregar no curto prazo. Acontece, que com o passar do tempo, os problemas mudam, a tecnologia muda, o mercado muda e, aquelas competências que foram úteis em determinado momento, deixam de ser e, junto com elas o profissional. As empresas feitas para vencer entenderam que devem colocar em “seu barco” profissionais com as habilidades, comportamentos e competências fundamentais que, mudando o vento, ou sob tempestade, saberão como lidar, ajustando seu plano de navegação e conduzindo a organização para mares mais favoráveis. Estão alinhados aos valores e propósito da organização.

Avaliar competências técnicas, currículos e formação acadêmica é uma tarefa relativamente simples. Compreender e prever como um profissional irá agir ou se comportar diante dos desafios e situações da empresa é que faz a diferença em um bom processo de seleção.

 

 

 

O que acontece é que as empresas têm culturas diferentes e dependendo do estilo da organização, existem os perfis que melhor se encaixam e que tendem a performar melhor. Talvez por isso, cada vez mais empresas passaram a utilizar os Assessments para avaliar o potencial dos profissionais e equipes em termos de comportamentos, habilidades, motivadores, trabalho em equipe, entre outros aspectos e comparando às necessidades da organização frente aos objetivos de médio e longo prazos.

Esta prática não está restrita apenas ao processo seletivo, mas também tem sido utilizada nos processos sucessórios como ferramenta de consulta de análise para levar adiante uma promoção. Dentre suas principais contribuições, está a possibilidade de avaliar o potencial e compatibilidade do profissional às demandas, atitudes e ações exigidas pela área em que ele atua e na que irá atuar.

Compreender como se comporta frente à pressão, relacionamento interpessoal, velocidade de entrega ou mesmo sua disposição em se adequar a um regime de regras e comportamentos padrão, são alguns dos outputs que se esperam de um Assessment.

Essas informações podem também, ser utilizadas para alinhamento e compatibilização de estilos de lideranças complementares em uma equipe de alta performance, como forma de somar competências entre profissionais a fim de aumentar o potencial de entregas de uma equipe.

O método ainda pode ser utilizado em processos de Avaliação de Desempenho e Programas de Coaching como forma de promover planos de desenvolvimento individuais de competências e autoconhecimento.

Ao reestruturar uma área, desenvolver um novo departamento, o mesmo no desenho de uma nova organização, adotar os modelos de Assessment aumenta a assertividade dos processos, gerando produtividade e menores custos.

Contar com o profissional certo, alinhado à cultura e com capacidade de gerar a transformação e os resultados esperados agora e no futuro aumenta a capacidade da empresa de ser mais produtiva.

Um profissional bem colocado, trabalha mais alinhado às suas características pessoais, sofre menos estresse e tem um nível maior de satisfação do trabalho.

Por outro lado, um profissional colocado em um ambiente muito diverso de suas características pessoais tende a sofrer mais estresse, se envolver em mais conflitos e permanecer menos tempo na organização.

A i2pConsulting tem utilizado o DISC Assessment em seus processos de reestruturação organizacionais, no apoio ao processo de Recrutamento e Seleção das empresas e na construção de Planos de Desenvolvimento em Coaching, nos Processos de Avaliação de Desempenho e, ainda nos Programas de Mentoria para Executivos e empresários.

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Transformação Organizacional

Empresas são organismos vivos que precisam evoluir, se fortalecer e crescer para se manter competitivas no mercado. Ao longo da história, uma organização passa por diversas fases pelas quais torna-se necessário se reinventar.  Esses momentos, quando é preciso repensar a forma de fazer as coisas  chamamos de “Transformação Organizacional” e impactam a cultura, os processos, os produtos e serviços, levando a ajustar o posicionamento de mercado como forma a alinhar a empresa aos objetivos estratégicos.

 

Momentos de incerteza, especialmente, são, por natureza, agentes causadores de transformação forçada e demandam que as lideranças assumam o protagonismo, atuando como agentes de mudança e de transformação de cultura, para que a empresa possa atuar com resiliência e consiga atravessar os desafios mais forte.

O processo de Transformação Organizacional não escolhe tamanho, nem segmento de empresa, impactando tanto grandes empresas como as  pequenas e médias. Por trazer mudanças à forma como as coisas são feitas e à rotina das pessoas, causam desconforto e resistência. 

Empresas pequenas e médias, têm ainda, um componente mais difícil na gestão da mudança: a proximidade entre o líder da organização e as pessoas, envolvendo muito mais que aspectos profissionais, afetando sentimentos e sensações e, por isso, muitas vezes, o líder tem dificuldades em promover as mudanças necessárias, exatamente pelos vínculos construídos através do tempo. 

Apesar de ser um sentimento nobre, a situação coloca o empresário em conflito interno intenso, afetando suas emoções, suas decisões e interferindo nos resultados da organização que perde velocidade na implementação de mudanças inevitáveis, protelando, e absorvendo ineficiências e comportamentos indesejados. 

Para que uma organização possa construir um processo de mudança robusto, é necessário ter uma visão clara dos benefícios que irá trazer no curto, médio ou longo prazos à empresa e, requer um processo de comunicação eficaz e transparente. Essa visão é que manterá a convicção da mudança em meio às resistências que certamente irão surgir.

No caminho da profissionalização, as empresas passam por diferentes estágios de maturidade e, alguns caminhos naturais precisam ser seguidos e modificados para o aperfeiçoamento da gestão. Vamos a elas;

1. Gestão Financeira – o aspecto básico de iniciar uma estruturação de uma empresa está em construir bases fortes da gestão financeira que possa representar o que realmente acontece com os negócios. Ainda é muito comum empresas trabalharem com compras ou vendas sem nota fiscal e essas operações ficam ao largo da contabilidade e da gestão de custos. Conhecer a fundo os custos fixos, variáveis, a natureza das despesas e gerenciar de forma efetiva o fluxo de caixa é necessário, então é preciso construir um modelo de gestão financeira eficaz.

2. Processos e produtividade – os custos de uma empresa estão relacionados à execução das atividades que possui para entregar os produtos e serviços que disponibiliza. É preciso conhecer e controlar as atividades para que sejam realizadas dentro do tempo, qualidade e custos esperados. A falta de processos claros é causa de falhas na entrega, problemas de qualidade, retrabalho, excesso de estoques, conflitos e muitos outros problemas operacionais. Ajuste seus processos, distribua as atividades e controle as etapas.

3. Gestão de pessoas, papéis e responsabilidades – outro aspecto fundamental é a gestão das pessoas. Contar com papéis e responsabilidades claros dentro da empresa, diminui os conflitos e aumenta a produtividade. As pessoas precisam ter consciência do que se espera do trabalho delas, em que tempo, com qual qualidade. 

4. Conhecimento de Clientes – O mercado está mudando  drasticamente. Transformações que eram aguardadas para os próximos 5 anos foram aceleradas e estão acontecendo nesse instante. É preciso compreender como tudo está transformando seu negócio, como o novo mercado será, quais serão as novas necessidades e serem atendidas e ajustar seus produtos, serviços e processos para se alinhar ao novo normal.

5. Estratégias de mercado – por fim, desenvolver um plano de médio e longo prazos (5 e 10 anos) é importante para que a empresa estabeleça um norte, para onde se deseja ir e planejar seus passos, investimentos, estratégias do que fazer e, tão importante quanto, o que não fazer.

A i2pConsulting, compreendendo os diversos momentos de maturidade de uma empresa, dividiu suas especialidades em Produtos Customizados que podem auxiliar e suportar as empresas em cada etapa.

Agora, nossos clientes podem contratar um especialista dentro da organização atuando ativamente através de um por um pacote de horas mensais para desenvolver, lado a lado do empresário, os processos, implementar as rotinas e promover as mudanças necessárias.

O consultor passa a atuar como o Agente da mudança, diminuindo a exposição do empresário, o que permite construir, com mais velocidade, utilizando as ferramentas apropriadas, uma gestão mais profissional, orientada por processos e que agregue valor ao cliente.

Em nosso site, você pode conhecer os programas customizados de Apoio Empresarial. Confira em www.i2p.com.br

Agende uma reunião sem compromissos e saiba como a i2pConsulting pode ajudar a transformar seu negócio e profissionalizar a gestão.

 

SOBRE O AUTOR

Alexandre Tortorelli é Sócio-Diretor da i2pConsulting. Atuou por mais
de 20 anos como executivo de grandes empresas na área de supply chain e
negócios e há 5 anos atua em projetos de consultoria com vistas a gestão estratégica
de negócios, gestão para resultados e desenvolvimento humano. Saiba mais em
www.i2p.com.br.