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As Oportunidades de Mercado para Pequenas e Médias Empresas

Faltando pouco menos de 80 dias para terminar,  2020 será lembrado como o ano que veio para transformar os negócios, gerar reflexões profundas sobre hábitos de todos os tipos, promover a inovação acelerada a partir novas tecnologias que até pouco tempo faziam parte das discussões acadêmicas sobre “quando” e “se realmente” a transformação digital atingiria os negócios e empresas.

Um turbilhão de dados e informações emergiu, na tentativa de fornecer ao empresariado e aos gestores algum porto seguro sobre perspectivas e caminhos a adotar para reagir, se reorganizar, se reinventar e atravessar a tempestade rumo a uma nova realidade.

Já mencionei em outro artigo sobre a entrada do “safety car” na pista dos negócios. Essa expressão, que não é minha, traduz muito bem o momento em que as diferenças de competitividade entre as empresas foram reduzidas, abrindo uma janela de oportunidade para pequenas e médias empresas poderem dar um salto de qualidade e ocupar uma nova posição estratégica em seus segmentos.

 

Hoje quero falar sobre alguns aspectos e competências que entendo ser imprescindíveis para que as empresas que estão buscando seu espaço nessa janela de oportunidade, devem desenvolver para crescer de maneira sustentável e lucrativa, ocupando um espaço com solidez e com vantagens competitivas duradouras.

Visão de Mercado – é preciso antecipar-se aos movimentos do seu mercado, analisar as  tendências e necessidades que, atualmente, não estão sendo atendidas. Explorar nichos pouco ocupados e encontrar um diferencial competitivo, criando barreiras aos concorrentes. Essas oportunidades podem elevar as vendas e posicionar a empresa em um novo patamar.

Inovação –  muitos paradigmas foram quebrados durante esses 8 meses e vimos todo a inovação acelerada, transformando a forma de fazer os negócios. A transformação digital vem impulsionando negócios baseados em plataformas de inteligência artificial, IoT, Big data reduziram que reduziram as distâncias entre o clientes e a produtores e muitas soluções estão acessíveis a pequenas e médias empresas para modernizar seus processos e dar um grande passo para o futuro.

Produtividade – a produtividade, um dos parâmetros de competitividade, conversa diretamente com a rentabilidade dos negócios e está associada à velocidade e capacidade de converter as demandas em produtos e serviços, estando presente em todos os processos da cadeia de valor, desde o processo de vendas, passando pela execução dos serviços, burocracia, gestão das  atividades internas. A produtividade permite reduzir custos e aumentar margens e lucro. Metodologias de Gestão e tecnologias estão disponíveis para aumentar a produtividade das empresas e deve ser pensada como forma de alavancar as margens e melhorar a lucratividade.

Controle de Custos – ao longo do desenvolvimento empresarial as organizações nem sempre contam com informações precisas sobre custos receitas, margens e lucro. Esse fato se dá por práticas de gestão simplificadas que não traduzem o desempenho real da empresa, como a contabilidade paralela. Uma avaliação do real desempenho financeiro da empresa (DRE e fluxo de Caixa) fornecem informações importantes acerca do que é necessário para estruturar a gestão e  a partir daí, implementar controles eficazes de custos e despesas, orientando a visão empresarial para resultados. Uma gestão estruturada de custos e finanças permite compreender as margens de produtos, orientam para a política de precificação e conduzem a melhores resultados de margens de produtos e lucro.

Processos de Governança – Toda a Gestão, Financeira e de Processos, deve ser orientada para  uma tomada de decisão robusta, baseada em dados e fatos que permitam antecipar os impactos nos negócios antecipadamente.  Não deve haver espaço para decisões de rompante. Apesar da  intuição ser uma característica importante do empresário, sempre traz riscos para a empresa e maiores serão à medida que a empresa cresce. É preciso organizar os processos internos, os papéis principais da gestão (administração, rh, finanças, operações, vendas, marketing, ao menos), com profissionais preparados e alinhados nas decisões, nas discussões e engajados com o propósito e com a estratégia adotada.

Ferramentas para construção de planos robustos estão presentes e é preciso tomar a decisão de crescer, de ocupar um novo espaço, de aproveitar que as vantagens, por ora, foram reduzidas, para acelerar o crescimento e buscar uma posição mais favorável na nova largada.

A adoção de pilares como os mencionados, bem implementados, pode levar a empresa para um crescimento consistente e lucrativo nos curto e médio prazos. Muitos de nossos clientes experimentaram  a mudança e estão colhendo os frutos de uma estrutura profissionalizada, alicerçada em processos e orientada para resultados.

Como está estruturada sua empresa? Há espaço para algum desses pontos? Comente!

Conte com o Suporte Empresarial para tomada de decisões.

A vida do empresário, empreendedor é, muitas vezes solitária na tomada de decisões. Conduzir negócios, impactar vidas de colaboradores, família e de terceiros, pensar nos compromissos e desafios de manter a empresa sadia, nos dias de hoje, é uma tarefa de grande carga e responsabilidade e muitas vezes, o empresário não encontra com quem compartilhar, discutir e analisar possibilidades para a melhor tomada de decisão.

Onde investir, que produtos lançar, quais são as oportunidades de custos que podem ser revistas, como aumentar a produtividade, gerenciar o caixa e garantir um fluxo saudável são algumas das questões que se enfrentam no dia a dia.

 

Nem sempre as informações necessárias estão disponíveis para análise e é necessário aprofundar em dados, números e outros estudos (o que chamamos de diagnóstico), antes de levantar possíveis soluções. Por outro lado, também não é sempre que se dispõe do tempo necessário para fazer as análises.

O momento atual é extremamente delicado e vai continuar sendo por um bom tempo. Todos os passos precisam ser tomados com cuidado, com clareza e compreensão de todos os riscos e benefícios que poderão impactar a empresa e os clientes.

Tomar decisões no calor do momento, como suspender contratos de trabalho, deixar de recolher os impostos, entre outras opções que foram colocadas, podem ajudar no curto prazo, mas esses compromissos não foram esquecidas. Eles virão, mais cedo ou mais tarde e é preciso se preparar.

Além disso, pensando na recuperação da economia, como a empresa sairá do estado atual? Todos os produtos vão permanecer vendáveis? A empresa vai se lançar em canais digitais?  Será necessário investir em novos equipamentos, produtos e serviços? Que novas oportunidades estarão presentes que poderemos capturar para fortalecer o negócio?

O Suporte Empresarial da i2p Consulting oferece às empresas a expertise e experiência de profissionais capacitados em diagnosticar, mapear as oportunidades, levantar as melhores soluções, ajudando na escolha da opção mais eficaz, na implantação, no controle e governança das ações para garantir que os resultados planejados possam ser alcançados.

Muitas vezes nossos profissionais tomam à frente na condução de temas delicados, que possam exigir uma transformação organizacional mais profunda na organização, preservando o empresário do desgaste que naturalmente um processo como esse leva.

Sua empresa pode contar com nossas expertises no dia-a-dia auxiliando para a melhor tomada de decisões para que seu negócio possa seguir em frente, saudável e mais forte para enfrentar às novas realidades do mercado.

Fale com a gente!

SOBRE O AUTOR

Alexandre Tortorelli é Sócio-Diretor da i2pConsulting. Atua há mais de 25 anos como executivo de grandes empresas na área de supply chain e negócios em projetos de consultoria com vistas a gestão estratégica de negócios, gestão para resultados, produtividade e desenvolvimento humano. Saiba mais em www.i2p.com.br.

Como o diagnóstico pode ajudar na jornada para a transformação digital

Vejo muitas empresas e executivos, decidindo por ingressar na indústria 4.0. Não podemos ficar para trás, dizem eles. Encomendam projetos às suas equipes para que trabalhem pela transformação digital.

Em nosso trabalho, auxiliando as organizações que tomam este tipo de decisão, procuramos desenvolver inicialmente uma Visão de longo prazo. Como a Organização se enxerga na era da transformação digital? O que queremos ser capazes de fazer quando chegarmos lá? São questões de suma importância, antes de se colocar a mão na massa e requerem, bastante trabalho, reflexões, para se chegar a uma visão corporativa.

Uma Visão clara e bem concebida, dará o direcionamento sobre onde se espera chegar e permite auxiliar no diagnóstico inicial, na visão do estado atual, que passa a se comparar com o estado desejado.

Pois bem, outra decisão importante a ser tomada, está relacionada ao alcance. Por onde vamos iniciar? Quais são as áreas da organização que entrarão nesta jornada? Outro ponto importante: será preciso deixar alguns “fingers”, ou pontos de conexão da área definida como objetivo, e as áreas que, mais adiante, irão ser incorporadas ao projeto.

Tomada a decisão, o diagnóstico passará, então, a avaliar o estado atual dos processos que estão dentro do alcance do projeto, considerando:

  1. Digitalização – quanto desse processo está digitalizado, atualmente e que ações ou decisões precisam ser tomadas (incluindo investimentos), para que passe a ser totalmente digital? A grande maioria das empresas já conta com sistemas de Gestão ERP na gestão do dia-a-dia, mas, muitos dos controles, ainda são feitos de maneira manual em chck-lists ou mesmo em papel que, muitas das vezes, não tem valor algum em termos de informação para a tomada de decisões. Existem ainda, outros sistemas, que trabalham de maneira paralela, seja para gerenciar a produção, a manutenção, a frota, a qualidade, os estoques e que, não conversam com o sistema ERP. Compreender cada um dos controles, sua finalidade e destino faz parte do processo de diagnóstico. Pensar ainda, o que cada processo deve ser capaz de fazer na visão 4.0 ajuda a definir o que deve ser feito para chegar lá.
  2. Integração dos Sistemas – já vimos que as empresas possuem diversos sistemas, que trabalham de maneira paralela, dando informações relativas para tomadas de decisão pontuais. A integração desses sistemas é uma etapa importante na jornada da transformação digital, porque, diversos aspectos da qualidade, da produtividade, do esforço e condições de máquinas e equipamentos precisarão ser levados em conta, quando a inteligência artificial, a modelagem, simulação e big data precisarem trabalhar, para buscar os melhores caminhos para a produtividade, os menores custos e a maior qualidade para se produzir um bem ou serviço.
  3. Iot – a Internet das coisas (iot) prevê que os dispositivos e equipamentos se comunicam entre si e enviam informações instantâneas, para algum lugar onde serão armazenadas para tratamento. A maioria dos equipamentos e dispositivos já são preparados para transmitir informações sobre o que está acontecendo em determinado processo. Compreender quais são os dados e informações que serão necessários de quais processos e, como vão compor a análise dos dados, faz parte da decisão de como implementar sistemas que permitam transformar aqueles dispositivos, em equipamentos que enviam seus dados e informações através de sistemas wireless, para serem tratados posteriormente.
  4. Big Data – a quantidade de dados e informações que são coletados e enviados passam a ser armazenados em sistemas Big Data, com capacidade de armazenar e tratar milhões de informações de maneira instantânea. Qual deve ser a plataforma que melhor vai atender a visão e as necessidades da empresa?
  5. Nuvem – não é possível trabalhar com tantas informações e dados utilizando os servidores das empresas, por isso, o armazenamento de dados em nuvem, com capacidade muito maior, passa a ser estratégico para o avanço da transformação digital;
  6. Inteligência Artificial – nosso cérebro, ou mesmo, os modernos computadores terão dificuldades para tratar os dados coletados. A inteligência artificial trabalha com aquela infinidade de dados, buscando padrões, que serão utilizados para responder questões do tipo: onde será melhor produzir? Em qual processo ou linha de produção? Qual deve ser o caminho mais curto para alcançar a demanda do cliente? Como mobilizar de maneira ágil e econômica a cadeia de valor? Já imaginou a quantidade de dinheiro envolvida nessas decisões?
  7. Simulação, Impressões em 3D e Segurança cibernética – esses 3 últimos pilares da i4.0 tem funções importantes, em se reduzir os tempos e caminhos para alcançar os objetivos. O que mais vemos são os simuladores sendo utilizados para treinamento a distância ou, mesmo, para operação à distância, mas, podem ainda, ser utilizados em modelagens complexas para desenvolvimento de produtos, logística e testes de viabilidade antecipados.

As impressões em 3D permitem reduzir mais custos na cadeia de valor, permitindo a produção de protótipos, e mesmo, componentes que antes, precisavam estar nos almoxarifados.

A segurança cibernética é, talvez, uma das partes mais sensíveis do programa pois é preciso garantir a segurança dos dados, sua disponibilidade e, ainda dos segredos industriais.

Na jornada para a transformação digital, o diagnóstico ajudará a compreender o estágio de cada um dos processos considerados no projeto e direcionará os esforços, permitindo compreender por onde começar, para que a cada etapa, sejam percebidos avanços e ganhos financeiros, que vão servir de oxigênio para as etapas subsequentes.

Acredito que todos nós temos exemplos de projetos que se estenderam em demasia, sem que se pudesse perceber seus avanços e seus ganhos. Isso vai consumindo os recursos, a paciência da direção e pressionando a equipe. Quantas vezes não acabaram sendo abortados, por falta de uma visão construtiva de buscar pequenas vitórias ao longo do tempo, motivando a equipe e mostrando à Organização que o caminho percorrido é promissor.

Para quem ainda não tinha uma compreensão da integração e os por quês de cada um dos pilares da i4.0, essa reflexão busca dar sentido e o caminho para a jornada da transformação digital. Vamos juntos?

Fale com a gente! contato@i2p.com.br.

Conheça o Programa de Mentoria Empresarial

A atividade empresarial é, muitas vezes, solitária. Empreendedores e empresários, enfrentam, frequentemente, situações em que precisam tomar decisões, muitas das vezes difíceis, e é comum que vejam nesse momento, uma situação de sofrimento e de reflexão, por não ter com quem dividir as decisões ou, até mesmo, contar com um cenário melhor do problema, informações mais consistentes para tomar as melhores decisões.

A quem se destina o Programa de Mentoria Empresarial?

O Programa de Mentoria Empresarial foi desenvolvido para empreendedores e empresários que desejam fazer uma reflexão mais profunda sobre seu modelo de negócios, seu posicionamento, revisitar os processos internos, suas estruturas de receitas e custos, visando elaborar um plano de negócios, com ações estratégicas, necessárias para aumentar seus resultados e sua rentabilidade de maneira sustentável.

Visa, ainda, compreender tendências e promover uma maior compreensão do negócio, sua estrutura e construir uma bússola a seguir de forma estratégica, que permita orientar suas decisões ao longo da jornada.

O Programa

O Programa de Mentoria Empresarial traz o que a maioria das pessoas busca: conciliar os objetivos profissionais à vida pessoal e ao perfil empreendedor, conhecendo as fortalezas e oportunidades do empresário e de sua empresa, para que haja congruência de objetivos e ações. Ao longo de 16 semanas o empresário um suporte individualizado e passará por 7 etapas-chave com o mentor.

  1. Conhecendo o empresário – compreender sua qualificação, histórico, como se preparou, trajetória e interesses; alinhamento de expectativas, harmonizando objetivos profissionais e vida pessoal.
  2. Assessment Empreendedor – Avaliação de perfil empreendedor, fortalezas, comportamentos que favorecem, pontos de atenção e desenvolvimento do perfil do empreendedor que devem ser levados em conta para o desenvolvimento dos negócios e formação de equipe;
  3. Visão Empresarial – quais são os objetivos e metas, resultados que se pretende alcançar;
  4. Autodiagnóstico – analisar de maneira profunda aspectos estratégicos da empresa para compreender o que se está fazendo bem, aquilo que é necessário ajustar, bem como despertar para oportunidades, ainda não pensadas para impulsionar os negócios, passando por:

4.1- Clientes -quem são os clientes, onde estão, o que desejam, quais as necessidades que são atendidas;

4.2- Oferta de valor – quais são os produtos e serviços que são ofertados atualmente, que necessidades resolvem, para quais clientes de destinam, que atributos de valor levam que diferenciam a empresa no mercado;

4.3- Canais – quais são os canais que são utilizados atualmente para visibilidade dos produtos, como são explorados, que resultados têm e quais são as oportunidades de melhoria;

4.4- Relacionamento com o cliente – quais são os canais de relacionamento, estratégias de retenção e fidelização utilizadas e que oportunidades se apresentam;

4.5- Receitas – de onde vêm, canais e meios de pagamento atualmente utilizados, como os produtos e serviços são cobrados, oportunidades de melhoria existem;

4.6- Recursos chave– quais são os recursos mais importantes que são disponibilizados para executar a oferta de valor, eficiência, eficácia e oportunidades de melhoria;

4.7- Atividade-chave– quais são as atividades mais importantes (processo-chave) para a produção da oferta de valor, como são realizadas, que controles são realizados, quem são os responsáveis, que oportunidades existem em termos de qualidade, produtividade e custos, estrutura organizacional requerida.

4.8- Alianças estratégicas– quais são os principais parceiros de negócios que cooperam com a empresa para levar a oferta de valor até os clientes; que atividades, alianças ou novos parceiros podem ser integrados a este processo como forma de levar os produtos e serviços mais adiante.

4.9- Custos– estrutura de custos, DRE, fluxo de caixa, margens, precificação e oportunidades de aumentar a rentabilidade do negócio;

  1. Análise estratégica – análise SWOT, priorização das oportunidades mapeadas durante as sessões e identificação daquelas com maior potencial de alcançar os resultados esperados, e o esforço a ser empregado;
  2. Plano de ação– desenvolvimento do plano de ação estruturado para levar adiante as ações estratégicas priorizadas com prazos, responsáveis, metas e indicadores.
  3. Análise da rotina e administração do tempo – priorizando as atividades para garantir a execução do plano no tempo e nos resultados esperados.

Ao final do Programa, contará com um plano de ação completo, estratégico e priorizado para implementar mudanças, corrigir processos, reforçar suas fortalezas e colocar em prática para melhorar a performance organizacional.

Gostaria de saber mais? Fale com a gente: contato@i2p.com.br e agende uma sessão inicial sem compromisso para compreender melhor e tirar suas dúvidas.

Um bom planejamento pode fazer a diferença para os resultados.

          O 2º semestre de cada ano é o período de grande movimentação nas empresas. Momento de apertar o ritmo para alcançar as metas e objetivos comprometidos para o ano, atingir a receita prevista, volume de vendas e também ajustar os custos para entregar as margens compromissadas com os acionistas.

         É também o período onde está acontecendo o planejamento para o próximo ano, o famoso “budget”. Nessa época, acontece o vai e vem de informações entre todas as áreas da organização e a área financeira para se definir os volumes de vendas, lançamentos de novos produtos, estratégias de preços, quais serão as margens esperadas, definir os investimentos necessários para suportar o plano e orçamentos de despesas requerido

            Este processo, muito utilizado pelas grandes empresas, requer metodologia e ferramentas para que todas as informações possam ser consolidadas, modelos possam ser testados, visando atender as metas estipuladas por acionistas.        

Definir alguns pilares estratégicos através dos quais a empresa orientará suas ações é um bom começo. Os mais utilizados estão associados aos 4 pilares do Balancedscorecard (clientes, finanças, processos internos, aprendizado e crescimento)

No pilar de clientes é importante considerar o número de clientes atendidos, os volumes que hoje são vendidos para cada um, sua participação nas receitas da empresa e como melhorar o nível de serviços, através de novos produtos, novas formas de atendimento, uma maior integração e cooperação. Pensar em novos clientes também faz parte dos estudos do pilar CLIENTES.

A área financeira é a responsável por incorporar todas as estratégias de vendas, marketing processos e recursos humanos, dentro de uma simulação financeira que tem como objetivo prever, se os esforços previstos, têm coerência e resultam em um resultado financeiro que atenda aos objetivos dos acionistas.

Ao Pensar nos processos internos devemos considerar como cada área de empresa deve se organizar para alcançar os objetivos previstos em termos de recursos, humanos e tecnológicos, infraestrutura, produtividade e investimentos.

Pensar em como a organização criará as oportunidades para suportar o crescimento esperado é o papel do pilar de aprendizado e crescimento. Nesse ponto, pensar no desenvolvimento das equipes, novas lideranças, crescimento territorial e orgânico são pautas importantes.

Os últimos anos têm sido de grandes incertezas com relação à economia e, 2020 aparece, ainda como um ano sem grandes motivos para comemorar em termos de crescimento.

Em um cenário como esse, é cada vez mais importante investir em produtividade, em melhorar os processos internos. Olhar para como as atividades têm sido feitas e que oportunidades pode haver para que tudo possa ser feito de maneira mais simples, menos custosa e mais produtiva.

Para o ambiente externo, que clientes e mercados ainda não são atingidos, bem como formas de aumentar sua participação nos clientes atuais, seja com os produtos atuais, seja com novos produtos são algumas estratégias a considerar.

Por fim, apostar em “alianças estratégicas”, pode ser uma oportunidade. Grandes empresas têm feito isso e pode ser uma alternativa.

Avaliar parceiros que possam ajudar a levar sua proposta de valor é o pensamento central. Esses parceiros podem ser empresas que estão nos mesmos canais de vendas e que não sejam seus concorrentes ou que possam incorporar dentro de sua proposta de valor, uma proposta mais completa atendendo mais de um serviço de forma complementar.

As novas tecnologias, o mercado via internet e os marketplaces, estão cada vez mais ´presentes nas transações e devem ser utilizadas para aumentar suas oportunidades de vendas.

A i2pConsulting auxilia empresas no processo de planejamento, para que possam ingressar em 2020 com clareza de ações e possam monitorar através de indicadores, metas e objetivos, se as estratégias adotadas estão tendo sucesso ou, se é necessário promover os ajustes necessários para alcançar os objetivos traçados.

O que o Desastre com o voo da Air France em 2009 pode ensinar para as empresas?

            Há pouco mais de 10 anos, no dia 31/05/2009, o voo da Air France 447, partiu do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão, com destino ao Aeroporto Internacional de Paris-Charles de Gaulle, em Paris. Pouco mais de 3hs depois de decolar, a aeronave se despenhou no Oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo (216 passageiros e 12 tripulantes).

           Em 5 de julho de 2012, o BEA (Bureau de Investigações e Análises), órgão do governo francês responsável pelas investigações, apresentou seu relatório final.Nele, o órgão aponta que a tragédia foi causada por uma combinação de erros de avaliação dos pilotos, com problemas técnicos ocorridos por congelamento nos sensores de velocidade (Sondas Pitot). Segundo o relatório as sondas Pitot, obstruídas por cristais de gelo, não conseguiram informar a velocidade correta da aeronave, o que causou a desconexão do piloto automático e em seguida diversos erros de avaliação dos pilotos.

           “Este acidente resultou de um avião ter sido retirado de seu ambiente operacional normal por uma equipe que não tinha entendido a situação”, dizia o relatório.

           O que esta tragédia pode ensinar ao empresário e empreendedor?

          De maneira muito simples, o congelamento das sondas Pilot, interrompeu o sistema de informações da aeronave e a tripulação perdeu as referências de velocidade e altitude, o que a levou a tomar decisões sem embasamento das informações importantes. O resultado foi a morte de todas as pessoas a bordo.

         Com todo respeito ao fato, esta é uma situação muito didática para ilustrar a importância de um sistema de informações, não apenas para os aviões, como também para as organizações.

        Como tomar decisões de custos, se não se tem a compreensão adequada deles dentro dos processos internos?

        Como definir preços, políticas de recebimento, prazos de recebimento e de pagamentos se não se tem uma visão clara quanto ao fluxo de caixa e das principais obrigações ao longo do mês ou dos meses.

       Sem informações, o empresário segue tomando decisões de acordo com sua intuição, acertando muitas vezes, mas correndo o risco de levar o bico do avião em direção ao fundo do mar, levando consigo tantas carreiras e colaboradores que dependem de sua liderança, sua visão e empreendedorismo, para sustentar suas famílias.

       A i2pConsulting atua junto às organizações para auxiliar na estruturação dos processos, para que a empresa possa crescer de maneira consistente, saudável e lucrativa. Levamos, de forma simples e objetiva, as melhores práticas de gestão, métricas, indicadores e processos de governança, para que o empresário tenha a segurança quanto aos custos, números, fluxo de caixa, produtividade e performance dos processos organizacionais e possa tomar as decisões mais acertadas.

       Fale com a gente! Envie uma mensagem para contato@i2p.com.br . Agende uma visita sem compromisso e saiba como podemos ajudá-lo a construir o rumo certo! Saiba mais em www.i2p.com.br

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