Quer conhecer seu cliente? Use o Mapa da Empatia

Quer conhecer seu cliente? Use o Mapa da Empatia

 “Deciframe ou devorote homem/mulher, eu sou teu eu interior. Teu verdadeiro eu. Sou teu subconsciente e inconsciente, teus sonhos e devaneios, tuas dúvidas e perplexidades, tuas crenças e valores, teus defeitos e qualidades, amores e ódios, desejos e aversões, fragilidades e fortalezas.

 Essa expressão remonta a história egípcia. A esfinge era um monstro alado com corpo de mulher e leão que afligia a cidade de Tebas. Primeiramente apresentava aos homens o seguinte enigma: “Que animal anda pela manhã sobre quatro patas, a tarde sobre duas e a noite sobre três?” como nenhum dos homens conseguiu decifrar tal enigma, a esfinge os devorava.

  Isso ocorreu até que Édipo, filho de Laio enfrentou a esfinge e conseguiu decifrar seu enigma respondendo: “O homem, pois engatinha na infância, anda ereto na idade adulta e necessita de bengala na velhice.”   Assim também é o cliente. Cheio de mistérios a serem desvendados.

   O mundo vem mudando a uma velocidade nunca antes percebida e, junto com eles as tecnologias, os produtos, as relações e também, os clientes. 

  Me lembro, quando era criança de assistir comerciais do sabão OMO, da antiga Gessy Lever na televisão. Havia apenas um tipo de sabão que prometia o branco total. 

 Hoje, quando vamos às prateleiras dos supermercados e, precisamos ficar atentos às diversas variações do produto, com embalagens e propriedades diferentes.

  Você que está lendo este artigo, compra todas as variações do OMO? Por que não? Existe um OMO para cada tipo de necessidade, certo?

 Agora sim, começamos a conversar sobre um aspecto importante da relação com o cliente e consumidor: entender sua necessidade e entregar um produto específico para tal finalidade.

  O Mapa da Empatia é uma ferramenta cada vez mais utilizada pelas empresas para compreender os  desejos, necessidades, dores, riscos e ambições dos clientes. 

 

  Trabalhando sob 7 percepções, pretende dar às áreas de marketing um perfil preciso sobre quem é o cliente ideal, o que realmente precisa, o que pensa, o que vê, o que diz, o que ouve, quais seus medos e suas crenças. 

 

  Sob estas 7 percepções é que se constrói uma proposta de valor única que irá comunicar diretamente com o cliente ideal. 

 Sabe quando a gente olhar para uma propaganda e pensa: “isso parece que está falando comigo?”. Pois é! Realmente está! A empresa compreendeu as 7 percepções do cliente e entendeu que você é o cliente ideal e, por isso, está oferecendo um produto na medida da sua perspectiva e necessidades.

 Ao utilizar o Mapa da Empatia, teremos o correto entendimento do que é “valor” para o cliente, o que ele “valoriza” com respeito a um produto ou serviço e, permite adequar os produtos e serviços ao que realmente é importante sob a visão do cliente e, isso, faz toda a diferença! 

   Quando o cliente entende e encontra em um produto o que ele realmente precisa e valoriza, tem a percepção de pertencimento e estará muito mais propenso a adquirir o produto, comparado a outros que trazem uma proposta geral, da qual ele não se identifica.

  Quando ele realmente se identificar com sua proposta, e desejar seu produto, estará propenso até, a pagar mais. Compreender a fundo seu cliente também ajuda a otimizar seus investimentos em marketing digital, por exemplo, através da segmentação e perfil oferecidos pelas plataformas como o google ads, Facebook e instagram.

  Seus investimentos terão maior eficácia e efetividade e a empresa irá aumentar o que chamamos de “conversões”, ou os negócios fechados, por trazer o perfil certo para os seus produtos e serviços.

  Dentro do Plano de Negócios e Estratégico que a i2pConsulting oferece aos seus clientes, trabalhamos muito no desenvolvimento do Mapa da Empatia, para que todas as ações estratégicas estejam alinhadas em oferecer aos clientes o que realmente importa para eles.

  Quer saber mais? Fale com a gente! contato@i2p.com.br

 

Revendo a Estratégia através do Business Model Canvas

              O Mundo dos negócios está mudando. Empresários e empreendedores,  em fase de crescimento, estão se deparando com o desafio de organizar seus processos, infraestrutura e compreender melhor o mercado onde atuam. Mais ainda, é preciso compreender como estruturar sua empresa para crescer de maneira sustentável nesse novo mercado.

            Em um mercado muito dinâmico, trazer uma abordagem prática para construir uma estratégia orientada para o cliente, pode fazer a diferença. Mais do que isso, estruturar a empresa para que esteja alinhada à estratégia e orientada ao cliente.

O Business Model Canvas

            Um suíço, Alexander Osterwalder desenvolveu uma tese de doutorado que mais tarde daria origem ao  Business Model Canvas. Queria desenvolver algo que incentivasse a inovação, prototipação e co-criação. Utilizando conceitos de design thinging, desenvolveu o modelo de 9 blocos que hoje conhecemos como Business Model Canvas.

             Esta ferramenta tem sido responsável por criar uma revolução na maneira como empreendedores e empresas passaram a pensar em novos negócios ou novos produtos. A facilidade de análise que ele traz só passa a ser realmente compreendida à medida que começarmos a visualizar exemplos e a utilizá-lo em nosso dia-a-dia.

         A ferramenta já foi desenvolvida com conceitos da nova economia, uma vez que envolveu mais de 200 consultores no mundo trabalhando em colaboração e através das redes sociais. A simplicidade do Model Canvas permite que se veja o negócio todo em uma única página (modelo one page).  Nada de documentos extensos que muitas das vezes acabam sendo encaixotados.

        O Business Model Canvas é visual, simples e dinâmico, permitindo visualizar, ainda correlações entre áreas da empresa e necessidades de integração de esforços.

         A i2pConsulting tem utilizado o Business Model Canvas para auxiliar empresas que estão em crescimento ou que pretendem rever suas estratégias, avaliando aspectos estratégicos de seus negócios, as coisas que têm feito bem, outras que estão ruins e, ainda, novas oportunidades para desenvolver processos, produtos e estratégias alinhadas ao novo mercado.

          Nosso objetivo é auxiliar o empreendedor ou o dono da empresa a fazer um auto diagnóstico e promover, as ações necessárias para que, ao final, possa ter um mapa completo das ações mais importantes que precisará desenvolver em sua empresa para aumentar seu desempenho e melhorar os resultados financeiros.

                Inovação é um outro aspecto que buscamos incentivar em cada um dos tópicos abordados, como forma de compreendermos o que vem sendo feito de diferente e trazer uma reflexão sobre oportunidades de inovar em nos negócios.

                Vamos desenvolver em nossos próximos posts, abordagens que temos utilizado na avaliação dos 9 blocos para que você possa compreender o que temos feito e como você mesmo, pode fazer um auto-diagnóstico e promover mudanças em seus negócios. Até a próxima!

O desafio da gestão sustentável dos negócios ao longo do tempo

O maior de todos os desafios de um gestor ou empresário, é, sem dúvidas, manter, ao longo do tempo, o crescimento saudável de seu negócio.

Administrar produtos, lançamentos, e uma concorrência cada vez maior é uma tarefa que demanda um conhecimento profundo do mercado e do próprio negócio.

Pensar que no ambiente externo temos mais concorrentes, faz com que a recomposição de preços e aumento de margens, seja uma tarefa muito delicada e pode levar à perda do cliente se não for feita da maneira adequada.

Por outro lado, olhando para a parte interna da empresa, os custos são sempre crescentes: água, aluguel, energia, salários, insumos, além das complexidades e concessões que precisam ser feitas aos clientes para não os perder, pressionam as margens e a lucratividade.

A figura acima mostra, de maneira simplificada e acelerada, o difícil equilíbrio, ao longo do tempo, dos preços, custos e as margens de um negócio.

Preços – existe um limite que se pode utilizar para aumentar preços e melhorar as margens através dessa variável. Utilizar combos, programas de fidelidade, serviços adicionais, suporte técnico ao usuário, entre outras ferramentas, são formas de diferenciar dos concorrentes e podem ajudar encaixar de preços maiores, desde que, seu cliente esteja disposto a pagar por isso.

Custos – compreender a fundo os custos e implicações internas de margens e alocação dos recursos também é fundamental. É comum que muitas coisas se misturem dentro da gestão das empresas e o empresário tem uma visão desfocada daquilo que realmente dá lucro e aquilo que consome os recursos da empresa.

Além disso, muitos empresários, ainda tem que recorrer a operações sem contabilização fiscal, o que dificulta o entendimento real das finanças, dos custos e dos resultados.

Construir um bom DRE (Demonstrativo de Resultados do Exercício), e FLUXO DE CAIXA, permite saber exatamente para onde estão indo os recursos e quais ações podem ser tomadas para melhorar a relação PREÇO X CUSTOS X MARGENS em termos operacionais.

Conhecidas as oportunidades, é hora de colocar a mão na massa: implementar ações, estruturais ou operacionais para tornar a empresa mais saudável, melhorar as margens dos produtos e, então levar ao crescimento sustentável e lucrativo.

O Diagnóstico Empresarial da i2p Consulting permite à empresa e ao empresário, organizar as informações, conhecer suas oportunidades em termos de custos, produtividade, melhorias operacionais, margens e lucros e, então, tomar ações assertivas para colocar a empresa no rumo certo!

Fale com a gente! Envie mensagem para contato@i2p.com.br e agende uma reunião inicial sem compromisso para compreender nossa atuação e receber uma proposta.

Em 2020, coloque sua empresa no rumo certo!

 

Como o diagnóstico pode ajudar na jornada para a transformação digital

Vejo muitas empresas e executivos, decidindo por ingressar na indústria 4.0. Não podemos ficar para trás, dizem eles. Encomendam projetos às suas equipes para que trabalhem pela transformação digital.

Em nosso trabalho, auxiliando as organizações que tomam este tipo de decisão, procuramos desenvolver inicialmente uma Visão de longo prazo. Como a Organização se enxerga na era da transformação digital? O que queremos ser capazes de fazer quando chegarmos lá? São questões de suma importância, antes de se colocar a mão na massa e requerem, bastante trabalho, reflexões, para se chegar a uma visão corporativa.

Uma Visão clara e bem concebida, dará o direcionamento sobre onde se espera chegar e permite auxiliar no diagnóstico inicial, na visão do estado atual, que passa a se comparar com o estado desejado.

Pois bem, outra decisão importante a ser tomada, está relacionada ao alcance. Por onde vamos iniciar? Quais são as áreas da organização que entrarão nesta jornada? Outro ponto importante: será preciso deixar alguns “fingers”, ou pontos de conexão da área definida como objetivo, e as áreas que, mais adiante, irão ser incorporadas ao projeto.

Tomada a decisão, o diagnóstico passará, então, a avaliar o estado atual dos processos que estão dentro do alcance do projeto, considerando:

  1. Digitalização – quanto desse processo está digitalizado, atualmente e que ações ou decisões precisam ser tomadas (incluindo investimentos), para que passe a ser totalmente digital? A grande maioria das empresas já conta com sistemas de Gestão ERP na gestão do dia-a-dia, mas, muitos dos controles, ainda são feitos de maneira manual em chck-lists ou mesmo em papel que, muitas das vezes, não tem valor algum em termos de informação para a tomada de decisões. Existem ainda, outros sistemas, que trabalham de maneira paralela, seja para gerenciar a produção, a manutenção, a frota, a qualidade, os estoques e que, não conversam com o sistema ERP. Compreender cada um dos controles, sua finalidade e destino faz parte do processo de diagnóstico. Pensar ainda, o que cada processo deve ser capaz de fazer na visão 4.0 ajuda a definir o que deve ser feito para chegar lá.
  2. Integração dos Sistemas – já vimos que as empresas possuem diversos sistemas, que trabalham de maneira paralela, dando informações relativas para tomadas de decisão pontuais. A integração desses sistemas é uma etapa importante na jornada da transformação digital, porque, diversos aspectos da qualidade, da produtividade, do esforço e condições de máquinas e equipamentos precisarão ser levados em conta, quando a inteligência artificial, a modelagem, simulação e big data precisarem trabalhar, para buscar os melhores caminhos para a produtividade, os menores custos e a maior qualidade para se produzir um bem ou serviço.
  3. Iot – a Internet das coisas (iot) prevê que os dispositivos e equipamentos se comunicam entre si e enviam informações instantâneas, para algum lugar onde serão armazenadas para tratamento. A maioria dos equipamentos e dispositivos já são preparados para transmitir informações sobre o que está acontecendo em determinado processo. Compreender quais são os dados e informações que serão necessários de quais processos e, como vão compor a análise dos dados, faz parte da decisão de como implementar sistemas que permitam transformar aqueles dispositivos, em equipamentos que enviam seus dados e informações através de sistemas wireless, para serem tratados posteriormente.
  4. Big Data – a quantidade de dados e informações que são coletados e enviados passam a ser armazenados em sistemas Big Data, com capacidade de armazenar e tratar milhões de informações de maneira instantânea. Qual deve ser a plataforma que melhor vai atender a visão e as necessidades da empresa?
  5. Nuvem – não é possível trabalhar com tantas informações e dados utilizando os servidores das empresas, por isso, o armazenamento de dados em nuvem, com capacidade muito maior, passa a ser estratégico para o avanço da transformação digital;
  6. Inteligência Artificial – nosso cérebro, ou mesmo, os modernos computadores terão dificuldades para tratar os dados coletados. A inteligência artificial trabalha com aquela infinidade de dados, buscando padrões, que serão utilizados para responder questões do tipo: onde será melhor produzir? Em qual processo ou linha de produção? Qual deve ser o caminho mais curto para alcançar a demanda do cliente? Como mobilizar de maneira ágil e econômica a cadeia de valor? Já imaginou a quantidade de dinheiro envolvida nessas decisões?
  7. Simulação, Impressões em 3D e Segurança cibernética – esses 3 últimos pilares da i4.0 tem funções importantes, em se reduzir os tempos e caminhos para alcançar os objetivos. O que mais vemos são os simuladores sendo utilizados para treinamento a distância ou, mesmo, para operação à distância, mas, podem ainda, ser utilizados em modelagens complexas para desenvolvimento de produtos, logística e testes de viabilidade antecipados.

As impressões em 3D permitem reduzir mais custos na cadeia de valor, permitindo a produção de protótipos, e mesmo, componentes que antes, precisavam estar nos almoxarifados.

A segurança cibernética é, talvez, uma das partes mais sensíveis do programa pois é preciso garantir a segurança dos dados, sua disponibilidade e, ainda dos segredos industriais.

Na jornada para a transformação digital, o diagnóstico ajudará a compreender o estágio de cada um dos processos considerados no projeto e direcionará os esforços, permitindo compreender por onde começar, para que a cada etapa, sejam percebidos avanços e ganhos financeiros, que vão servir de oxigênio para as etapas subsequentes.

Acredito que todos nós temos exemplos de projetos que se estenderam em demasia, sem que se pudesse perceber seus avanços e seus ganhos. Isso vai consumindo os recursos, a paciência da direção e pressionando a equipe. Quantas vezes não acabaram sendo abortados, por falta de uma visão construtiva de buscar pequenas vitórias ao longo do tempo, motivando a equipe e mostrando à Organização que o caminho percorrido é promissor.

Para quem ainda não tinha uma compreensão da integração e os por quês de cada um dos pilares da i4.0, essa reflexão busca dar sentido e o caminho para a jornada da transformação digital. Vamos juntos?

Fale com a gente! contato@i2p.com.br.

Conheça o Programa de Mentoria Empresarial

A atividade empresarial é, muitas vezes, solitária. Empreendedores e empresários, enfrentam, frequentemente, situações em que precisam tomar decisões, muitas das vezes difíceis, e é comum que vejam nesse momento, uma situação de sofrimento e de reflexão, por não ter com quem dividir as decisões ou, até mesmo, contar com um cenário melhor do problema, informações mais consistentes para tomar as melhores decisões.

A quem se destina o Programa de Mentoria Empresarial?

O Programa de Mentoria Empresarial foi desenvolvido para empreendedores e empresários que desejam fazer uma reflexão mais profunda sobre seu modelo de negócios, seu posicionamento, revisitar os processos internos, suas estruturas de receitas e custos, visando elaborar um plano de negócios, com ações estratégicas, necessárias para aumentar seus resultados e sua rentabilidade de maneira sustentável.

Visa, ainda, compreender tendências e promover uma maior compreensão do negócio, sua estrutura e construir uma bússola a seguir de forma estratégica, que permita orientar suas decisões ao longo da jornada.

O Programa

O Programa de Mentoria Empresarial traz o que a maioria das pessoas busca: conciliar os objetivos profissionais à vida pessoal e ao perfil empreendedor, conhecendo as fortalezas e oportunidades do empresário e de sua empresa, para que haja congruência de objetivos e ações. Ao longo de 16 semanas o empresário um suporte individualizado e passará por 7 etapas-chave com o mentor.

  1. Conhecendo o empresário – compreender sua qualificação, histórico, como se preparou, trajetória e interesses; alinhamento de expectativas, harmonizando objetivos profissionais e vida pessoal.
  2. Assessment Empreendedor – Avaliação de perfil empreendedor, fortalezas, comportamentos que favorecem, pontos de atenção e desenvolvimento do perfil do empreendedor que devem ser levados em conta para o desenvolvimento dos negócios e formação de equipe;
  3. Visão Empresarial – quais são os objetivos e metas, resultados que se pretende alcançar;
  4. Autodiagnóstico – analisar de maneira profunda aspectos estratégicos da empresa para compreender o que se está fazendo bem, aquilo que é necessário ajustar, bem como despertar para oportunidades, ainda não pensadas para impulsionar os negócios, passando por:

4.1- Clientes -quem são os clientes, onde estão, o que desejam, quais as necessidades que são atendidas;

4.2- Oferta de valor – quais são os produtos e serviços que são ofertados atualmente, que necessidades resolvem, para quais clientes de destinam, que atributos de valor levam que diferenciam a empresa no mercado;

4.3- Canais – quais são os canais que são utilizados atualmente para visibilidade dos produtos, como são explorados, que resultados têm e quais são as oportunidades de melhoria;

4.4- Relacionamento com o cliente – quais são os canais de relacionamento, estratégias de retenção e fidelização utilizadas e que oportunidades se apresentam;

4.5- Receitas – de onde vêm, canais e meios de pagamento atualmente utilizados, como os produtos e serviços são cobrados, oportunidades de melhoria existem;

4.6- Recursos chave– quais são os recursos mais importantes que são disponibilizados para executar a oferta de valor, eficiência, eficácia e oportunidades de melhoria;

4.7- Atividade-chave– quais são as atividades mais importantes (processo-chave) para a produção da oferta de valor, como são realizadas, que controles são realizados, quem são os responsáveis, que oportunidades existem em termos de qualidade, produtividade e custos, estrutura organizacional requerida.

4.8- Alianças estratégicas– quais são os principais parceiros de negócios que cooperam com a empresa para levar a oferta de valor até os clientes; que atividades, alianças ou novos parceiros podem ser integrados a este processo como forma de levar os produtos e serviços mais adiante.

4.9- Custos– estrutura de custos, DRE, fluxo de caixa, margens, precificação e oportunidades de aumentar a rentabilidade do negócio;

  1. Análise estratégica – análise SWOT, priorização das oportunidades mapeadas durante as sessões e identificação daquelas com maior potencial de alcançar os resultados esperados, e o esforço a ser empregado;
  2. Plano de ação– desenvolvimento do plano de ação estruturado para levar adiante as ações estratégicas priorizadas com prazos, responsáveis, metas e indicadores.
  3. Análise da rotina e administração do tempo – priorizando as atividades para garantir a execução do plano no tempo e nos resultados esperados.

Ao final do Programa, contará com um plano de ação completo, estratégico e priorizado para implementar mudanças, corrigir processos, reforçar suas fortalezas e colocar em prática para melhorar a performance organizacional.

Gostaria de saber mais? Fale com a gente: contato@i2p.com.br e agende uma sessão inicial sem compromisso para compreender melhor e tirar suas dúvidas.

Um bom planejamento pode fazer a diferença para os resultados.

          O 2º semestre de cada ano é o período de grande movimentação nas empresas. Momento de apertar o ritmo para alcançar as metas e objetivos comprometidos para o ano, atingir a receita prevista, volume de vendas e também ajustar os custos para entregar as margens compromissadas com os acionistas.

         É também o período onde está acontecendo o planejamento para o próximo ano, o famoso “budget”. Nessa época, acontece o vai e vem de informações entre todas as áreas da organização e a área financeira para se definir os volumes de vendas, lançamentos de novos produtos, estratégias de preços, quais serão as margens esperadas, definir os investimentos necessários para suportar o plano e orçamentos de despesas requerido

            Este processo, muito utilizado pelas grandes empresas, requer metodologia e ferramentas para que todas as informações possam ser consolidadas, modelos possam ser testados, visando atender as metas estipuladas por acionistas.        

Definir alguns pilares estratégicos através dos quais a empresa orientará suas ações é um bom começo. Os mais utilizados estão associados aos 4 pilares do Balancedscorecard (clientes, finanças, processos internos, aprendizado e crescimento)

No pilar de clientes é importante considerar o número de clientes atendidos, os volumes que hoje são vendidos para cada um, sua participação nas receitas da empresa e como melhorar o nível de serviços, através de novos produtos, novas formas de atendimento, uma maior integração e cooperação. Pensar em novos clientes também faz parte dos estudos do pilar CLIENTES.

A área financeira é a responsável por incorporar todas as estratégias de vendas, marketing processos e recursos humanos, dentro de uma simulação financeira que tem como objetivo prever, se os esforços previstos, têm coerência e resultam em um resultado financeiro que atenda aos objetivos dos acionistas.

Ao Pensar nos processos internos devemos considerar como cada área de empresa deve se organizar para alcançar os objetivos previstos em termos de recursos, humanos e tecnológicos, infraestrutura, produtividade e investimentos.

Pensar em como a organização criará as oportunidades para suportar o crescimento esperado é o papel do pilar de aprendizado e crescimento. Nesse ponto, pensar no desenvolvimento das equipes, novas lideranças, crescimento territorial e orgânico são pautas importantes.

Os últimos anos têm sido de grandes incertezas com relação à economia e, 2020 aparece, ainda como um ano sem grandes motivos para comemorar em termos de crescimento.

Em um cenário como esse, é cada vez mais importante investir em produtividade, em melhorar os processos internos. Olhar para como as atividades têm sido feitas e que oportunidades pode haver para que tudo possa ser feito de maneira mais simples, menos custosa e mais produtiva.

Para o ambiente externo, que clientes e mercados ainda não são atingidos, bem como formas de aumentar sua participação nos clientes atuais, seja com os produtos atuais, seja com novos produtos são algumas estratégias a considerar.

Por fim, apostar em “alianças estratégicas”, pode ser uma oportunidade. Grandes empresas têm feito isso e pode ser uma alternativa.

Avaliar parceiros que possam ajudar a levar sua proposta de valor é o pensamento central. Esses parceiros podem ser empresas que estão nos mesmos canais de vendas e que não sejam seus concorrentes ou que possam incorporar dentro de sua proposta de valor, uma proposta mais completa atendendo mais de um serviço de forma complementar.

As novas tecnologias, o mercado via internet e os marketplaces, estão cada vez mais ´presentes nas transações e devem ser utilizadas para aumentar suas oportunidades de vendas.

A i2pConsulting auxilia empresas no processo de planejamento, para que possam ingressar em 2020 com clareza de ações e possam monitorar através de indicadores, metas e objetivos, se as estratégias adotadas estão tendo sucesso ou, se é necessário promover os ajustes necessários para alcançar os objetivos traçados.

O que o Desastre com o voo da Air France em 2009 pode ensinar para as empresas?

            Há pouco mais de 10 anos, no dia 31/05/2009, o voo da Air France 447, partiu do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão, com destino ao Aeroporto Internacional de Paris-Charles de Gaulle, em Paris. Pouco mais de 3hs depois de decolar, a aeronave se despenhou no Oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo (216 passageiros e 12 tripulantes).

           Em 5 de julho de 2012, o BEA (Bureau de Investigações e Análises), órgão do governo francês responsável pelas investigações, apresentou seu relatório final.Nele, o órgão aponta que a tragédia foi causada por uma combinação de erros de avaliação dos pilotos, com problemas técnicos ocorridos por congelamento nos sensores de velocidade (Sondas Pitot). Segundo o relatório as sondas Pitot, obstruídas por cristais de gelo, não conseguiram informar a velocidade correta da aeronave, o que causou a desconexão do piloto automático e em seguida diversos erros de avaliação dos pilotos.

           “Este acidente resultou de um avião ter sido retirado de seu ambiente operacional normal por uma equipe que não tinha entendido a situação”, dizia o relatório.

           O que esta tragédia pode ensinar ao empresário e empreendedor?

          De maneira muito simples, o congelamento das sondas Pilot, interrompeu o sistema de informações da aeronave e a tripulação perdeu as referências de velocidade e altitude, o que a levou a tomar decisões sem embasamento das informações importantes. O resultado foi a morte de todas as pessoas a bordo.

         Com todo respeito ao fato, esta é uma situação muito didática para ilustrar a importância de um sistema de informações, não apenas para os aviões, como também para as organizações.

        Como tomar decisões de custos, se não se tem a compreensão adequada deles dentro dos processos internos?

        Como definir preços, políticas de recebimento, prazos de recebimento e de pagamentos se não se tem uma visão clara quanto ao fluxo de caixa e das principais obrigações ao longo do mês ou dos meses.

       Sem informações, o empresário segue tomando decisões de acordo com sua intuição, acertando muitas vezes, mas correndo o risco de levar o bico do avião em direção ao fundo do mar, levando consigo tantas carreiras e colaboradores que dependem de sua liderança, sua visão e empreendedorismo, para sustentar suas famílias.

       A i2pConsulting atua junto às organizações para auxiliar na estruturação dos processos, para que a empresa possa crescer de maneira consistente, saudável e lucrativa. Levamos, de forma simples e objetiva, as melhores práticas de gestão, métricas, indicadores e processos de governança, para que o empresário tenha a segurança quanto aos custos, números, fluxo de caixa, produtividade e performance dos processos organizacionais e possa tomar as decisões mais acertadas.

       Fale com a gente! Envie uma mensagem para contato@i2p.com.br . Agende uma visita sem compromisso e saiba como podemos ajudá-lo a construir o rumo certo! Saiba mais em www.i2p.com.br

O que as empresas aprenderam com a crise

 

Recente artigo publicado pela Revista Exame, buscou abordar o lado positivo de uma crise econômica, que é a busca pelo amadurecimento das empresas. Segundo a publicação, a lição aprendida com a crise dos últimos anos é que não dá para pensar em crescer sem que haja uma estrutura bem sólida que possa persistir ante momentos mais difíceis.

A Consultoria Delloitte apontou que 65% das empresas entrevistadas, colocaram como principal objetivo para o próximo triênio, o aumento de suas receitas. Por outro lado, o mesmo estudo apontou que 59% delas compreenderam a importância de otimizar custos e despesas, que passam a ser uma de suas prioridades para o futuro. O aumento de produtividade também faz parte dos planos de 49% das empresas consultadas.

Essas empresas pretendem destinar cerca de 60% dos seus investimentos na melhoria dos processos internos. Nesse ponto, vale destacar a atuação da i2pConsulting em suas áreas de atuação.

Ao se lançar na jornada da produtividade e da competitividade, as empresas precisam fazer um diagnóstico interno que esteja alinhado aos objetivos de médio e longo prazos.

Um diagnóstico irá mapear os processos e, de acordo com as prioridades estratégicas, identificar processos e atividades que podem e devem ser transformados, considerando, papéis e responsabilidades dos líderes e suas equipes, processos de controle, simplificação de atividades, modificações de processos e controles, que devem ser implementados como forma de garantir a continuidade das mudanças implementadas.

Os custos relacionados às atividades da cadeia de valor (vendas, logística, qualidade, produção, administração, marketing etc.), também devem ser reavaliados e, somente faz sentido privilegiar aqueles que agreguem valor ao produto e serviço e que possam ser valorizados pelo cliente.

Utilizar uma metodologia consistente que permita suportar a continuidade das iniciativas é fundamental e, aí consiste a força do Programa de Excelência Operacional.

Quais são as prioridades de sua empresa para os próximos anos? Fale com a gente! www.i2p.com.br.