Categoria: Liderança e Gestão

O desafio da gestão sustentável dos negócios ao longo do tempo

O maior de todos os desafios de um gestor ou empresário, é, sem dúvidas, manter, ao longo do tempo, o crescimento saudável de seu negócio.

Administrar produtos, lançamentos, e uma concorrência cada vez maior é uma tarefa que demanda um conhecimento profundo do mercado e do próprio negócio.

Pensar que no ambiente externo temos mais concorrentes, faz com que a recomposição de preços e aumento de margens, seja uma tarefa muito delicada e pode levar à perda do cliente se não for feita da maneira adequada.

Por outro lado, olhando para a parte interna da empresa, os custos são sempre crescentes: água, aluguel, energia, salários, insumos, além das complexidades e concessões que precisam ser feitas aos clientes para não os perder, pressionam as margens e a lucratividade.

A figura acima mostra, de maneira simplificada e acelerada, o difícil equilíbrio, ao longo do tempo, dos preços, custos e as margens de um negócio.

Preços – existe um limite que se pode utilizar para aumentar preços e melhorar as margens através dessa variável. Utilizar combos, programas de fidelidade, serviços adicionais, suporte técnico ao usuário, entre outras ferramentas, são formas de diferenciar dos concorrentes e podem ajudar encaixar de preços maiores, desde que, seu cliente esteja disposto a pagar por isso.

Custos – compreender a fundo os custos e implicações internas de margens e alocação dos recursos também é fundamental. É comum que muitas coisas se misturem dentro da gestão das empresas e o empresário tem uma visão desfocada daquilo que realmente dá lucro e aquilo que consome os recursos da empresa.

Além disso, muitos empresários, ainda tem que recorrer a operações sem contabilização fiscal, o que dificulta o entendimento real das finanças, dos custos e dos resultados.

Construir um bom DRE (Demonstrativo de Resultados do Exercício), e FLUXO DE CAIXA, permite saber exatamente para onde estão indo os recursos e quais ações podem ser tomadas para melhorar a relação PREÇO X CUSTOS X MARGENS em termos operacionais.

Conhecidas as oportunidades, é hora de colocar a mão na massa: implementar ações, estruturais ou operacionais para tornar a empresa mais saudável, melhorar as margens dos produtos e, então levar ao crescimento sustentável e lucrativo.

O Diagnóstico Empresarial da i2p Consulting permite à empresa e ao empresário, organizar as informações, conhecer suas oportunidades em termos de custos, produtividade, melhorias operacionais, margens e lucros e, então, tomar ações assertivas para colocar a empresa no rumo certo!

Fale com a gente! Envie mensagem para contato@i2p.com.br e agende uma reunião inicial sem compromisso para compreender nossa atuação e receber uma proposta.

Em 2020, coloque sua empresa no rumo certo!

 

O que o Desastre com o voo da Air France em 2009 pode ensinar para as empresas?

            Há pouco mais de 10 anos, no dia 31/05/2009, o voo da Air France 447, partiu do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão, com destino ao Aeroporto Internacional de Paris-Charles de Gaulle, em Paris. Pouco mais de 3hs depois de decolar, a aeronave se despenhou no Oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo (216 passageiros e 12 tripulantes).

           Em 5 de julho de 2012, o BEA (Bureau de Investigações e Análises), órgão do governo francês responsável pelas investigações, apresentou seu relatório final.Nele, o órgão aponta que a tragédia foi causada por uma combinação de erros de avaliação dos pilotos, com problemas técnicos ocorridos por congelamento nos sensores de velocidade (Sondas Pitot). Segundo o relatório as sondas Pitot, obstruídas por cristais de gelo, não conseguiram informar a velocidade correta da aeronave, o que causou a desconexão do piloto automático e em seguida diversos erros de avaliação dos pilotos.

           “Este acidente resultou de um avião ter sido retirado de seu ambiente operacional normal por uma equipe que não tinha entendido a situação”, dizia o relatório.

           O que esta tragédia pode ensinar ao empresário e empreendedor?

          De maneira muito simples, o congelamento das sondas Pilot, interrompeu o sistema de informações da aeronave e a tripulação perdeu as referências de velocidade e altitude, o que a levou a tomar decisões sem embasamento das informações importantes. O resultado foi a morte de todas as pessoas a bordo.

         Com todo respeito ao fato, esta é uma situação muito didática para ilustrar a importância de um sistema de informações, não apenas para os aviões, como também para as organizações.

        Como tomar decisões de custos, se não se tem a compreensão adequada deles dentro dos processos internos?

        Como definir preços, políticas de recebimento, prazos de recebimento e de pagamentos se não se tem uma visão clara quanto ao fluxo de caixa e das principais obrigações ao longo do mês ou dos meses.

       Sem informações, o empresário segue tomando decisões de acordo com sua intuição, acertando muitas vezes, mas correndo o risco de levar o bico do avião em direção ao fundo do mar, levando consigo tantas carreiras e colaboradores que dependem de sua liderança, sua visão e empreendedorismo, para sustentar suas famílias.

       A i2pConsulting atua junto às organizações para auxiliar na estruturação dos processos, para que a empresa possa crescer de maneira consistente, saudável e lucrativa. Levamos, de forma simples e objetiva, as melhores práticas de gestão, métricas, indicadores e processos de governança, para que o empresário tenha a segurança quanto aos custos, números, fluxo de caixa, produtividade e performance dos processos organizacionais e possa tomar as decisões mais acertadas.

       Fale com a gente! Envie uma mensagem para contato@i2p.com.br . Agende uma visita sem compromisso e saiba como podemos ajudá-lo a construir o rumo certo! Saiba mais em www.i2p.com.br

Dividindo o bolo – demonstrativo de resultados financeiros como alavanca de resultados

Presente no pilar de “FINANÇAS” na visão dos 4 pilares do BSC*, o DRE (demonstrativo de resultados financeiros) pode ser o ponto de partida para melhoria dos resultados organizacionais. Este relatório, apresentado como resumo do que efetivamente acontece na empresa no dia a dia, é um bom termômetro para medir e identificar previamente, áreas, produtos, processos e oportunidades, dentro das organizações para melhorar os resultados e, consequentemente, os lucros.

Costumo dizer que a representação do DRE é como dividir um bolo bem farto entre 4 ou 5 pessoas. O “bolo” em si, são as receitas que se obtém com as vendas de produtos menos os pagamentos dos impostos devidos. A partir desse bolo, a “primeira fatia” é destinada aos custos variáveis. São os custos dos produtos vendidos, incluindo aí, quando uma empresa é produtora, os custos com a energia, mão de obra, embalagens, matérias-primas e água do processo produtivo. No caso de serviços, os custos relacionados à efetiva prestação do serviço e, no comércio, o custo dos produtos que são revendidos.

A “segunda fatia” vai para os custos fixos e administrativos (despesas com o suporte à empresa). A administração, aluguéis e sua estrutura. A “terceira fatia” está relacionada à força de vendas e marketing. A “quarta fatia” aos impostos e, por final a última e “quinta fatia”, os lucros.

Como em uma festa de casamento, quanto menores forem as fatias servidas, mais bolo sobra no final. A chamada “margem de contribuição” tem a ver com o tamanho da fatia que cada uma dessas áreas consome e “quanto contribui” para deixar mais “pedaços de bolo” para o final, o lucro.

 

Partindo desse conceito e desses números é possível iniciar uma avaliação criteriosa e detalhada sobre cada uma das áreas mencionadas buscando oportunidades para tornar cada uma delas mais produtivas e menos onerosas.

Excesso de burocracia e controles, perdas de materiais, retrabalhos, transporte ineficiente, excesso de estoques e, até mesmo as resistências a mudar algo que sabidamente precisa ser feito, são desperdícios que devem ser combatidos.

Aumentar a fatia final que fica para o proprietário ou acionistas (o lucro) pode estar relacionado a “aumentar o tamanho do bolo”, melhorando o faturamento ou, em “reduzir o tamanho das fatias”, atuando na melhoria dos processos internos, tornando-os mais enxutos, produtivos e eficientes.

Muitos empresários e dirigentes, que temos a oportunidade de conversar, têm dificuldades em compreender os resultados de sua organização pela ausência ou falta de compreensão sobre um DRE. Digo a eles que este relatório que diz ao empresário se o esforço do mês valeu a pena ou não! Como saber se você não mede?

Nossa experiência em diagnósticos e projetos de melhoria que temos feito, relacionados às várias etapas de uma organização, permitem que o bolo cresça, quando atuamos junto às estratégias de vendas, revisão de produtos, clientes, canais, etc e, ainda, na redução de desperdícios e melhoria da eficiência e produtividade dos processos internos.

 

Desses diagnósticos, uma série de iniciativas e projetos orientados à melhoria dos resultados financeiros são colocados em prática, simplificando e tornando a organização mais competitiva, mais produtiva e com melhores resultados financeiros. 

Conheça nosso trabalho. Acesse: www.i2p.com.br ou envie mensagem para contato@i2p.com.br

 *BSC – O Balanced Scorecard, é uma metodologia de medição da gestão e organização dos processos de uma empresa, traduzido por “Indicadores Balanceados de Desempenho”. Foi desenvolvida em 1998 por professores da Harvard Business School (HBS). Tratam de avaliar a organização sob 4 pilares fundamentais (clientes, finanças, processos internos e aprendizado e crescimento).

 

 

Somando competências, multiplicando resultados!

Você conhece todo o potencial, as forças e competências de sua equipe? Sabia que uma gestão tradicional usa de 30 a 40% do potencial da equipe por olhar para as pessoas individualmente!

Em meus mais de 20 anos de carreira executiva à frente de grandes equipes, algo sempre me interessou. Como lidar, motivar e gerenciar pessoas com competências e perfis distintos?

Uma técnica que sempre busquei como executivo foi a de identificar logo de início em cada um à sua melhor competência e explorar ao máximo esta sua fortaleza. Esta forma de motivação sempre despertou o profissional para aquilo que ele tem de melhor, motivou, aumentou sua autoestima e permitia que eu pudesse ganhar sua confiança para que, em um segundo momento, pudesse trabalhar com os gaps de competências, desenvolver novas habilidades, complementarmente e, ao final impulsionar seus resultados, e os meus, é claro!

Há 3 anos na área de Consultoria pude me aprofundar tanto em ferramentas técnicas como Modelagens de Lean6Sigma como também em ferramentas de comportamento humano seja através da formação em Coaching, PNL e mais recentemente em ferramentas DISC comportamentos e talentos.

Aliando essas ferramentas ao desenvolvimento de equipes de alta performance pude chegar à conclusão que utilizamos muito pouco do potencial dos indivíduos e equipes com a gestão direcionada apenas para competências individuais e técnicas. Acredito que algo em torno de 30 ou no máximo 40%.

Os trabalhos que hoje desenvolvemos através da i2p Consulting de associar os perfis comportamentais DISC, motivadores e talentos do indivíduo e da equipe às demandas organizacionais como projetos, metas, trabalho em equipe são uma excelente maneira de potencializar as competências individuais em prol de um objetivo de equipe e mais, aterrissar efetivamente o velho conceito de “contar com as pessoas certas no lugar certo” para valer!!

Ao desenvolver sua equipe para que os indivíduos se conheçam mutuamente, confiem uns nos outros ao ponto de conhecer as competências mais importantes que cada um pode desenvolver em favor do resultado da equipe, a somatória de 1+1 não é mais 2 ; pode ser 4, 8, 16, 64, …

Um time maduro pode entender que entre ele alguém terá mais competência para liderar uma determinada tarefa ou gerenciar um projeto ou, apresentar e convencer a direção sobre os benefícios de um investimento.

Aliar competências técnicas e comportamentais, conhecer o indivíduo e a equipe, somar as competências, parece uma boa receita para resultados excelentes!

A i2p Consulting pode ajudar sua organização nesta jornada. Fale conosco: contato@i2p.com.br. Conheça nosso site: www.i2p.com.br  #i2pconsulting #i2pliderança #i2pprocessos

Alexandre Tortorelli – CEO

Industria 4.0. E daí, por onde começar?

Um tema que começa a aparecer em debates atuais no Brasil é a Indústria 4.0 e como ela poderá revolucionar a forma pela qual as empresas fazem negócios. O termo 4.0, assim definido faz uma referência à 4ª Revolução industrial pela qual estaríamos passando com a ideia das chamadas Fábricas Inteligentes que reúnem inovações tecnológicas em automação e conceitos como:

  1. Robotização: o avanço da automação onde robôs terão maior capacidade de interação com máquinas e humanos;
  2. Manufatura aditiva: introdução da tecnologia das impressoras 3D aumentando muito a velocidade de introdução de novos componentes a partir de projetos com alta precisão e sem a necessidade de construção de moldes;
  3. Simulação: assim como já existem diversos simuladores como os de voo, simuladores passarão a reproduzir situações ainda não vistas aumentando a assertividade, reduzindo falhas e otimizando custos em novos projetos;
  4. Integração Vertical e Horizontal da cadeia de valor:  processos monitorados por sistemas supervisórios dentro das plantas para reagir de maneira rápida às variações e autocorreção (horizontal); fabricas, fornecedores, distribuidores e pontos de venda interligados de forma a reagir rapidamente às variações de demanda e preferências do consumidor;
  5. A internet das coisas ou “Iot”:  hoje já existem diversos dispositivos conectados que permitem antecipar às necessidades do consumidor e esta tecnologia, aplicada a praticamente todos os dispositivos permite reduzir a distância entre a necessidade e a realização. Dentro de um ambiente fabril significa reduzir custos com manutenção e melhoria de confiabilidade dos processos e consequentemente eficiência e produtividade;
  6. Big data Analytics: hoje fazemos testes no facebook sobre por exemplo qual é a minha alma gêmea ou que super-herói eu seria, etc. Todas as informações hoje disponibilizadas criam um grande banco de dados, o chamado Big Data cuja a análise (Analytics) permite que as empresas, governos, enfim, quem se disponibilizar a utilizar deste recurso, conhecer exatamente preferências, perfis e desejos das pessoas e a partir de então oferecer exatamente o que o indivíduo precisa ou deseja. Já fez uma pesquisa na internet sobre preços de notebook? Colocou a configuração desejada? O que aconteceu depois? Imagino que seus e-mails, redes sociais e internet passaram a lhe mostrar promoções, opções de notebooks, o que antes não apareciam, coincidência?
  7. Armazenamento nas nuvens: todos já ouvimos falar ou já utilizamos sistemas de armazenamento nas nuvens nos diversos dispositivos que dispomos. O armazenamento de dados nas nuvens traz um novo paradigma de quanto se poderá agregar de dados para utilizar nos negócios ou, ainda, sobre a segurança de armazenar dados nestas condições ou nos tradicionais servidores;
  8. Realidade aumentada: já vimos em filmes como o Homem de Ferro os painéis holográficos do Sr. Stark controlando e vendo coisas a distância, ou, ainda, algo mais simples, a febre dos jogos do pokemon go. São exemplos de realidade aumentada. Sua aplicação já aparece nos dias de hoje em apartamentos virtualmente decorados, e será uma ferramenta de grande utilização para se prever cenários sem a necessidade de projetos piloto;
  9. Inteligência artificial: equipamentos e processos capazes de aprender e se auto ajustar a um parâmetro específico. A iBM anuncia o Watson como uma tecnologia revolucionária capaz de armazenar, compilar milhões de informações e poder dar um diagnóstico preciso sobre algo como uma doença a partir de uma série de informações ou exames laboratoriais.
A questão que se coloca aqui é, como minha organização pode beneficiar-se de tudo isso? Como as pessoas irão se integrar à nova realidade? Antes de se buscar simplesmente para não ficar para trás iniciar a jornada rumo à Indústria 4.0 é necessário avaliar o momento atual de sua empresa e como esta jornada poderá trazer benefícios no curto, médio e longo prazos. Construir um diagnóstico considerando as estruturas atuais e fazer a ligação com as estratégias de longo prazo são um bom começo que permitirão à organização beneficiar-se desde o início de ganhos que alimentarão a jornada para novos ganhos como combustível para seguir a Jornada. Seria como uma nave espacial que precisa produzir o seu próprio combustível para seguir sua Missão. O que hoje já é automatizado? O que automatizar? Que resultados isso pode trazer? Da mesma forma, existem componentes no meu processo que se fossem produzidos através da modelagem 3D encurtariam prazos de lançamento e melhorariam a performance dos meus negócios? Quais seriam recomendados? Da mesma forma, simuladores, sistemas supervisórios, investir na integração da cadeia de valor, big data, internet das coisas, enfim, o que faz sentido no meu negócio? A i2p Consulting está a sua disposição para auxiliar no diagnóstico e no apoio nesta jornada rumo à excelência. e-mail: contato@i2p.com.br

Decole seus resultados melhorando os processos internos

Recentemente foram divulgados dados sobre a reviravolta nos resultados a Gol linhas aéreas após um período de resultados ruins. O presidente da companhia Paulo Sérgio Kakinof declarou, em entrevista à Exame seus dilemas para resolver os problemas da empresa quando, em 2015 enfrentava uma crise gravíssima, tendo registrado um prejuízo de R$ 4,3 bilhões de reais.

Depois de um diagnóstico preciso do que estava acontecendo, o executivo reuniu os diretores e traçou um plano emergencial para tentar tirar a empresa do buraco. Os resultados vieram antes do que ele e a maioria dos analistas esperavam, e isso contribuiu para mudar a história da Gol. 

O exemplo da Gol mostra que, a partir de um bom diagnóstico, ações estratégicas assertivas, atenção aos detalhes operacionais e nos processos internos e muito trabalho é possível transformar os resultados dos negócios. (não viu? Leia aqui:https://exame.abril.com.br/revista-exame/duas-semanas-que-mudaram-a-gol/  )

A i2p Consulting atua junto a empresas de bens de consumo, no desenvolvimento de projetos estratégicos, associados aos processos organizacionais, promovendo a melhoria dos resultados e a criação de valor, em termos de qualidade, produtividade, competitividade, controles, finanças e governança.

A partir de um diagnóstico integrado, oferecemos, de maneira simples e objetiva, soluções e iniciativas estratégicas, fortalecendo os processos, agregando valor ao negócio, atuando, ainda, na implantação e gestão do processo de governança durante a implantação. Conheça nossos serviços. #i2pConsulting #i2pexcelênciaoperacional.

O futuro das carreiras e a tecnologia

Temos reforçado em nossas palestras a respeito de como a tecnologia e a #industria4.0 irá afetar o futuro das carreiras. O artigo do jornalista Ricardo Bonfim para o DCI traz uma visão do uso da inteligência artificial para advogados. Segundo o artigo, faculdades já estão oferecendo cursos de especialização em disciplinas voltadas para as novas tecnologias.

Dentro da fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio, o curso de direito está oferecendo curso de programação para advogados desde 2013, tornando-se em 2014 eletiva para os estudantes da área, segundo o professor Ivair Hartmann.

Da mesma forma, utilizar impressoras 3D em hospitais, realidade aumentada e simuladores, big data, robôs, entre outras novas tecnologias demandará maiores habilidades e competências dos profissionais da saúde, ou abrirá novos campos de trabalho para engenheiros.

Segundo o professor, a grande contribuição da tecnologia em qualquer tipo de trabalho intelectual é ajudar os profissionais a identificarem as tarefas mais eficientes e adequadas para os seres humanos e aquelas que seriam melhor desempenhadas por máquinas. #i2pconsulting #industria4.0

Leia na integra o artigo:https://www.dci.com.br/impresso/cursos-de-direito-se-abrem-para-a-tecnologia-1.704495

A digitalização na indústria 4.0

Apesar dos temores de que a tecnologia irá destruir milhões de empregos, já há, na indústria 4.0, a convicção que o balanço de empregos deverá ser positivo.

Projeções mostram que os investimentos em digitalização, além de aumentar a produtividade, deverão criar mais empregos e, os profissionais, passarão a atuar em atividades de alto valor agregado na economia digital, precisando, por isso, desenvolver novas habilidades e competências. A área de Recursos humanos passa a ser estratégica na formação e captação dos profissionais com as habilidades recomendadas (vide RH Estratégico).

Empresas que têm planos de iniciar a jornada rumo à indústria 4.0 devem saber que digitalização total das informações e a automação/robotização são os primeiros passos, rumo à nova forma de se fazer negócios.

Se tomarmos em conta que uma das premissas da i4.0 está em pautada na disponibilidade de dados para que a inteligência artificial possa trabalhar, digitalizar as informações seria um dos primeiros passos para se iniciar nesta jornada.

Grande parte dos equipamentos de processos utilizados nas industrias atualmente, carregam consigo sistemas supervisórios internos que permite ao usuário gerenciar aquela máquina a partir dos parâmetros importantes que precisa para o bom andamento dos processos. Velocidades, temperaturas, pressão, vazão, são alguns dos parâmetros que são controlados. Outros parâmetros, por exemplo os de saída, como os de qualidade, são verificados com equipamentos assessórios e, seus resultados, são armazenados de maneira manual em planilhas de Excel, outras planilhas eletrônicas, ou, ainda em sistemas locais, que não conversam com o sistema de informações e, aí, reside um primeiro desafio.

Saindo da visão individual dos equipamentos e passando a olhar para um processo completo, composto de vários equipamentos que trabalham juntos para a produção de determinado bem, encontramos os Sistemas de Integração.

Em maior ou menor medida, os Sistemas de Integração conversam com todas as máquinas, cadenciando, controlando e otimizando os processos, em tempo real, contribuindo para que mais dados estejam disponíveis dentro de uma mesma plataforma que podemos chamar de sistemas MES (Manufacturing Execution System).

Estes sistemas podem ou não, estar integrados com o ERP da empresa (Enterprise Resource Planning) que, normalmente, tem uma função mais associada ao controle financeiro.

Se formos distanciando ainda mais a nossa lupa dos processos, veremos então, a máquina, o setor, a linha, a fábrica, a cadeia logística e, finalmente fornecedores e ponto de venda, onde, o consumo está conectado a sistemas que encurtam a distância entre o que se produz e o que se consome.

Os sistemas de inteligência artificial trabalham sobre os dados, buscando padrões de comportamento, estabelecendo conexões entre parâmetros de entrada e de saída, a fim de propor o melhor caminho para determinado processo que seja mais produtivo, mais eficiente, de menor custo e que garanta a qualidade esperada. Quanto mais dados, maior a complexidade e a qualidade da análise.

Digitalizar os dados é, por isso, um dos primeiros passos para ingressar no caminho da indústria 4.0.

A robotização, na sequência deve garantir padrões bem definidos de processos. Estudos mostram que, até 2030 a produtividade nas linhas de produção deverá aumentar em 55% graças aos investimentos em automação e robotização. Os robôs estão cada vez mais interativos, flexíveis e cooperativos e, seus preços, vem caindo ao longo do tempo (cerca de 10% ao ano). Sua velocidade, por outro lado, vem aumentando e, atualmente os robôs são 40% mais velozes que os da geração que os antecedeu.

São recomendados para tarefas padronizadas com fluxos dependentes de um número limitado de variáveis. A confiabilidade é uma aliada para garantir os processos. Na área de serviços, podem atuar em serviços no atendimento de demandas massivas, como fornecimento de segunda via de contas e solicitação de informações simples.

Esse tema será tratado em outro artigo, em breve.  Até lá! – #i2pconsulting #industria4.0

Compliance e Competitividade

Muito tem se falado sobre o tema de Compliance nas organizações que, basicamente consiste em estar em cumprimento às normas, leis e regulamentações que regem determinado negócio ou atividade.

No Brasil, desde 2013 o decreto Decreto nº 8.420/15 regulamentou a Lei Anticorrupção Brasileira ou Lei da Empresa Limpa (Lei nº 12.846/13) e o não atendimento pode levar, em último caso até à prisão do número 1, o CEO que não tem mais a prerrogativa de declarar-se desconhecedor das práticas irregulares dentro de sua organização, como tivemos a oportunidade de acompanhar com alguns executivos de empresas muito conhecidas.

A boa notícia é que, buscar estar em compliance ou, em cumprimento integral às normas é uma grande oportunidade para as Organizações visitarem seus processos internos, avaliar os riscos a que estão submetidos e fortalecer-se através de Políticas, Normas e Procedimentos que dão segurança, não apenas à empresa, mas também aos colaboradores sobre o que é ou não permitido naquele ambiente de negócios de maneira clara e transparente.

Um bom caminho começa, sem dúvidas pelo mapeamento dos processos e atividades onde são identificados os riscos e necessidades de controle, procedimentos, normas e políticas.

Aliado a isso, avaliar as responsabilidades dos líderes, alçadas de aprovação, perfis e competências pode significar uma revisão de estrutura organizacional e a oportunidade de contar com as pessoas certas no lugar certo.

Com base no mapeamento dos riscos e identificação é possível para a Organização:

• Criticar a eficácia e buscar a adequação dos processos atuais;

• Atualizar Normas políticas e procedimentos;

• Ajustar os controles internos voltados para a mitigação dos riscos ou instituir novos;

• Propor modificações em processos operacionais;

• Adequar a ação da liderança dentro do perfil e competências desejados;

• Identificar oportunidades para fortalecer a comunicação interna ou as sessões de treinamento em determinados.

Associando, ainda, esta atividade com uma visão do Lean Manufacturing, é possível tornar a Organização mais ágil, mais produtiva, mais simples e com melhores resultados.

i2p Consulting tem expertise para atuar dentro das organizações promovendo a melhoria dos processos, a produtividade, controle dos riscos e compliance e, consequentemente, uma organização mais sadia e competitiva.

Fale conosco:

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